domingo, 6 de dezembro de 2015

É hoje!

É hoje que durmo na minha cama com o meu marido e o meu cão. É hoje que ingresso no frio e no Natal. É hoje que os últimos (quase) dois meses e meio vão fazer sentido.

É hoje que vejo o Porto, o rosto dos meus sobrinhos e o dos meus pais, não como imagem num ecrã mas como matéria que se abraça.

E há coisas curiosas. Esta noite, pela primeira vez em Soncente ouvi uma trovoada violenta como aquela de por vezes se ouve por Portugal. Choveu toda a noite.

Parece a epílogo do inverno que está aí à porta e qur não tarda a entrar.

Adeus Soncente. Adeus Cabo Verde. Adeus calor. Volto já.

sábado, 5 de dezembro de 2015

Atribuladas últimas 24h

E se eu disser que o que se vê no céu não é neblina ou nevoeiro?
São as tempestades do deserto que chegaram... e com elas uma conjuntivite que dura há uma semana e uma rinite/bronquite/sinusite que chegou esta noite.
Talvez esteja mesmo na hora de mudar de ares!  

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Um mudar de perspectiva

A minha vinda para Cabo Verde provocou uma alteração brutal da minha perspectiva sobre imensa coisa.
Uma dessas 'coisas' é a forma como os animais circulam por aí e como ninguém lhes liga. É um facto que por aqui está quente e que chove muito pouco, mas a água escasseia profundamente, para os humanos e quanto mais para os animais. É chocante.
Os bichos circulam por aí, algumas das vezes já os vi ser escorraçados, mas a verdade é que não é muito habitual. Por vezes penso que a miséria é geral. Que a pobreza é geral, entre humanos e bichos. É incomodativo.
Cruzo-me com os animais abandonados das páginas de facebook que sigo e apercebo-me que aí somos sortudos. Que como temos a barriguinha cheia e um tecto para dormir, nos incomodamos com aquilo que está mal. Com os bichos que não têm a barriga cheia nem um tecto.
Não deixa de me chocar a quantidade de pessoas com que me cruzo que andam descalças, a pedir 5 ou 10 escudos e que se acumulam à porta dos mini-mercados.
Vir até cá fez-me bem, não só pelo clima, pelas paisagens ou pela cultura, mas por me aperceber de como o mundo está tão longe de ser justo.
(Sinceramente, naquilo que concebemos como europa, vivemos toldados, não vemos em profundidade. E é isso que me choca. As dificuldades do mundo civilizado não são na realidade 'dificuldades', porque aqui percebemos que muitos não têm que comer ou beber, defecam na rua e tantos outros anda-se descalço.)


Quarta-feira: o dia nacional da cachupa

Ou da Catchupinha, como se diz por cá.

Quanto ao bissap, é sempre uma boa altura de o beber.
O bissap é uma flor que, quando seca se ferve, como uma infusão. Deita imensa cor, lembrando um bom copo de vinho tinto. Bem geladinho e bem adocicado é óptimo.


segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Dina vai às aulas

Esta gata é impressionante. Isto é numa aula.


BBC vida selvagem


A vida é boa (ao fim de semana...)!

Nos últimos dias tenho ouvido relatos de imenso frio por Portugal... Por cá continua a dar para ir para a praia ao fim de semana (apesar da chuva de Sábado).


Bô'e te corada!!

Escusado será dizer que não sei ao certo como se escreve isto... !
'Bô' significa tu e 'corada', que se pronuncia fechando muito o 'o', lendo-se praticamente 'curada', significa bronzeada, morena.
A parte do 'e te' nem sequer sei se é assim. Sei apenas que é que é a isso que soa.

Isto é coisa que tenho ouvido muito por cá.

Devo dizer que adoro apanhar tanto sol e ter parte dos meus pelos loiros coisa que, para uma morena, não é muito fácil conseguir!




Companheiros do almoço

Todos os dias pela hora do almoço entra uma 'família' de pássaros na cantina da escola. Penso que já devem ter descoberto que entre as 12 e as 13h há pouca gente na cantina, com a mudança de turno do pessoal... e lá entram eles aos pouquinhos, a apanhar todas as migalhinhas que temos pelo chão, um a um ou em grupo.


quinta-feira, 26 de novembro de 2015

2 meses

Faz hoje precisamente 2 meses que saí do Porto. E faltam poucos dias para voltar àquela que foi, desde sempre, a minha cidade.
As saudades apertam, bem como a ansiedade de voltar a apertar aqueles que amo.
Por cá os dias continuam longos... Mas cheios de magia.


Dina-Mica

Demorou algum tempo até que tenha percebido que a junção dos nomes dos gatos lá da escola fosse 'Dinâmica' (Dina+Mica).
Até porque achava o Mica se chamava Mico :)
Hoje estavam assim a dormir no alpendre.
É uma vida muito complicada a deles!





terça-feira, 24 de novembro de 2015

Sabe sabin!

O meu fim de semana foi assim.
Já agora, 'sabe' significa 'bom' em crioulo. Ou seja, dizer 'Tá Sabe' significa dizer que 'está bom'.
'Sabin' é o diminutivo de 'sabe'. 
'Sabe sabin' é um expressão muito utilizada por cá quando queremos dizer que alguma coisa está muito boa :) apesar de à letra querer dizer 'bom bonzinho', na realidade aplica-se para dizer 'muito bom'!
E para concluir, o fim de semana esteve assim, 'bom bonzinho' se tiver em conta as rajadas de vento mas 'muito bom' se tiver apenas em conta o sol e deste degrade perfeito de azuis turquesa. 


quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Aqui tão perto!

A uns 100m de casa, fica a Avenida Invicta Cidade do Porto :) A primeira vez que dei de cara com esta placa até pensei que estava a ver mal!
Sodade. Não de São Nicolau, como no caso da Cesária, mas da minha fiel e mui nobre Invicta. 


terça-feira, 17 de novembro de 2015

E ao quarto dia, o sol voltou a brilhar.

A ideia que criamos de Cabo Verde é que está sempre bom tempo.
Pois bem, hoje é Terça e desde Sexta que não via o sol. 
É impressionante o impacto que o sol tem nos nossos dias, no nosso estado de espírito. As últimas noites têm sido complicadas, tenho dormido bem pesado e acordo cansadíssima. Tudo isto porque tem estado farrusco, durante dias seguidos. 
E agora surgiu mais esta novidade que começaram as tempestades de areia no deserto na África continental e que é costume cá chegar. 
Era tão simples que esta questão do clima correspondesse à expectativa. Mas, infelizmente, parece que não é tão simples assim. 
Parece que o Verão está a acabar, que o sol brilhará menos, que o vento soprará mais, que a temperatura baixará.
Estou ansiosa por perceber o que isso implica. Dizem que 'fica frio', ou que fica 'fresco'. A informação que encontro por aí é que a temperatura chegará aos 18º. Isso quer dizer que baixarão 10º em relação a hoje. 
Tenho acompanhado o accuweather para o Mindelo com frequência e a previsão é que a partir de amanhã esteja limpo. 

A escola e o estado de espírito bem melancólico, sob as nuvens que se afastam.

sábado, 14 de novembro de 2015

Fazer com o mínimo



O Napolitano de Ribeira Bote

Na noite passada, partimos em busca daquilo que costuma ser por cá apelidada da melhor pizzaria da ilha.
Situada em Ribeira Bote, esta pizzaria Napolitana funciona numa cave. À entrada não existe sinalética, apenas uma luz fluorescente azulada se destaca numa rua secundária deste local, também ele periférico. O rés-do-chão é aberto e tem um sujeito de 2 metros de altura sentado por detrás de uma mesa que se assemelha a um púlpito. Na frente desse mesmo púlpito, uma mensagem começa com a palavra 'STOP' em letras garrafais em vermelho. Por debaixo diz qualquer coisa do género 'se quer encomendar uma pizza, peça e sente-se.'
O sujeito de 2 metros acompanha-nos a esta sub-cave e a surpresa é agradável, principalmente no que toca à qualidade do atendimento e da comida.
Para além disso tudo, tem cerveja local de litro, o que é óptimo para um pequeno grupo partilhar.
É para repetir. Das melhores pizzas que já experimentei.


sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Diz que é verdade.

O Facebook tem sido a ligação que tenho à 'vida real', àquela donde venho. 
Este ano, tudo é diferente. Sem castanhas no São Martinho, sem frio no aproximar da quadra natalícia. É uma confusão, um andar à deriva em relação às referências que tenho, aos meus costumes de vida, às datas que têm sido como marcos na minha jovem vida de 32 anos. 
Não me sinto propriamente perdida. Ando focada como nunca. O trabalho é muito e orgulho-me muito do que faço. 
Mas quando surge no meu mural de Facebook uma imagem como esta, ouço um estalido dentro de mim, que me recorda de datas que foram sempre tão importantes para mim, para a minha estrutura familiar e pessoal. 
Estar tão próximo do Natal e não usar um agasalho sobre os vestidos frescos que uso é uma confusão. Não acender uma lareira, ou andar às voltas com o meu tricot é confuso, estranho e uma aprendizagem.
Olhar uma imagem como esta faz-me fazer contas aos dias que faltam para voltar a sentir frio outra vez e a mergulhar no cinzento da minha cidade. 
(Daqui a 23 dias, vou sofrer!! Mas não importa!:P)


quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Crioulos há muitos.

Cada vez fico mais encantada com a língua, com a música que é o crioulo.
No outro dia ouvi, pela primeira vez, a expressão cassiobody que é, nada mais nada menos, que assalto. Ser vítima de cassiobody é ser assaltado, portanto! :)
Antes desta expressão que passou a ser a minha expressão preferida em crioulo, a minha palavra preferida costumava ser 'bsot', que é nada mais nada menos que 'vocês'.
Entre grupos de jovens é muito comum ainda ouvir-se a expressão 'hei moço' que soa mais a 'é moss', carregando muito no 'é' e suprimindo a última vogal. É super engraçado e lembra muito as minhas tias a chamar os sobrinhos!! É uma expressão super portuguesa, principalmente do norte.
Para além da melodia que é o crioulo, apercebo-me de regionalismos entrecruzados com verdadeiro amor à camisola.
Antes de vir para cá ouvi dizer que o pessoal de Soncente é 'diferente', que até aí se fala um crioulo especial, quase elitista (foi o que ouvi!!!).
Agora que aqui estou ouço dizer precisamente o oposto, que o 'badio' não se percebe...
O 'badio' é o crioulo falado em Santiago, sendo que as pessoas da capital são também 'badios'. Não vadios como dizemos em Portugal, com 'v' no início e o 'a' muito aberto, mas com 'b' e suprimindo ao máximo a vogal 'a'. Diz-se quase b'dio.
O que é engraçado é que em crioulo há várias formas de dizer determinada coisa e modos distintos de o escrever. É a língua mestiça por eleição. Adoro, e espero sair de cá a sabê-la falar. Pelo menos a dar uns toques :)

Armas

Na viagem para a Ilha de Santo Antão, deparamo-nos com um mar agreste e muito pouco amigável.
A duração da viagem é breve, o que basicamente é a única coisa que me leva a pensar em voltar. É impressionante como os nossos corpos reagem de forma tão diferente quando colocados exactamente na mesma situação. Tanto na ida como no regresso, não ter vomitado, foi uma mera casualidade.
Junto a Santo Antão, a agressão do oceano atinge o seu ponto máximo. As ondas cruzam-se criando remoinhos e impondo respeito.
No dia a seguir a levar-nos até Santo Antão, o barco seguiu para o estaleiro, onde ainda está. Parece tão pequeno quando retirado da água. Um brinquedo facilmente engolido pela fúria do mar.

O barco Mar d'Canal (da empresa Armas) no estaleiro...
Uma semana antes, levou-nos até Santo Antão.
A Ilha de Santo Antão aparece ao fundo.

Tobias

O Tobias é um cão muito especial. É conhecido por ser o 'cão da praia'. Está sempre por lá e muitas das vezes a nadar no mar. Das primeiras vezes que o vi, nem queria acreditar.
Como gosto muito de cães, tenho por hábito, ao vê-los a passear pelas ruas, de os chamar na esperança que me liguem. (o que, diga-se de passagem, é raríssimo)
O Tobias é diferente e soube-o logo no primeiro dia de praia. Chamei-o e veio logo a correr para mim, cheio de felicidade no olhar. Ao chegar ao pé de mim, deu-me um encontrão para se deitar na minha toalha ao meu lado. E tem sido sempre assim, desde esse dia.
Por vezes, outros cães aparecem na praia, e pegam-se uns com os outros, o que não é bonito de se ver. O Tobias parece-me ser novinho e, no fundo, inseguro. Por várias vezes, encrespa-se ao ver outros cães mas chamo-o e ele vem sentar-se na minha toalha, com o rabo entre as pernas.
Se nos encontra pela cidade, vem a correr disparado, fazer-nos festa. Segue-nos por um ou dois minutos, até o faro dele detectar algo de mais interessante...
Já nos seguiu até casa diversas vezes. Ao chegar à porta, deita-se à espera de comida. Já temos por hábito incluir nas compras de mercearia lá para casa comida de cão.
Depois, de barriguinha cheia, passa a noite à porta de nossa casa.
Outras vezes, acordamos e já se pôs a andar.
É um cão do mundo. O cão da praia.

No fim de semana passado.

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Mico, filho da Dina


Rainbow

Hoje, tive direito a arco-íris. À quantidade de chuva e sol misturada que já vi por estas bandas é impressionante que apenas hoje se tenha visto...


domingo, 25 de outubro de 2015

Mais um fim de semana.

Faz amanhã um mês que cheguei.
Parece pelo menos o dobro... A rotina é tão esmagadora quando a qualidade de vida que aqui se proporciona. Há tempo para tudo. Tempo de qualidade para tudo.
Por outro lado, como o tempo rende tanto, as rotinas são pesadas e densas. Complicadas de gerir.
Tenho feito um enorme esforço para distinguir os dias e fazer sempre coisas diferentes, mas por vezes é muito complicado.
Não dá muito como fugir, se é que me faço entender.
A cidade do Mindelo, apesar de ser considerada a 'capital cultural' de Cabo Verde, apesar de achar que tem uma potencialidade incrível, não tem dinâmicas muito diversas.
A praia é fabulosa, mas a uma distância 'caminhável', existe apenas a Lajinha. Não dá para variar muito. Para comprar peixe, carne, frutos ou legumes, também não existem espaços diversos. Apenas um espaço para cada uma das tipologias. Apenas dá para variar na mercearia.

Devo confessar que estou ansiosa pelo próximo fim de semana que, com certeza, será bem diferente.

Lajinha, ontem. 18.30 da tarde.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Monte Cara

É isto o que recebo por ficar a trabalhar até tarde. Uau.

Ontem, do terraço da escola.

domingo, 18 de outubro de 2015

Amanheceu farrusco

Depois de um dia passado inteiramente na praia (ontem), estávamos cá em casa a jantar quando começa a chover. Algumas de nós quase a dança da chuva faziam, sedentas de frescura! (Não foi o meu caso, porém.)
Hoje, pelas 8h da manhã começou a chover violentamente e ainda não abriu... Ouvi um vizinho comentar "Isto já não chuva de Outubro" isto porque, pelo que dizem, a época das chuvas terminou em Setembro (e tem a duração de 2 ou 3 meses).
Desde que cá estou, ou seja, nas últimas 3 semanas (que aparecem 2 ou 3 meses), já vi chover algumas vezes* mas apenas uma dessas foi como hoje, chuva que durou umas horas valentes.

Do terraço do meu quarto... A neblina a formar-se nas montanhas.

*Da primeira vez que vi chover, estava em casa e nem queria acreditar. Tinha estado um dia de calor doido... Choveu durante uns 10 minutos.
Da segunda vez, choveu a sério. Molhei-me toda, porque me fiei naquela história da chuva tropical, que se vai num ápice. Choveu durante a tarde toda.
Da terceira, estava em a chegar à praia num Sábado de manhã e choveu durante (no máximo 2 minutos). As pessoas ficaram imóveis debaixo da chuva, adivinhando que passaria bem rápido.
Da quarta vez, até documentei aqui no blog. Estava no trabalho, mas também durou uns 10 minutos.
A quinta vez foi ontem à noite e, a sexta, hoje.
(Isto é doentio... Ou é do tempo fluir bem devagarinho, ou das vitaminas que ando a tomar, mas lembro-me de cada um desses momentos.)

Pois bem, está a chover em média duas vezes por semana, o que é bem mais do que aquilo que imaginava, antes de vir para cá... Por mais que prefira o calor, a verdade é que esta terra precisa de água e fico contente que chova, mesmo que isso implique o boicote da minha ida à praia a um Domingo!

Proibido entrada a cães.

Esta placa em São Vicente é uma verdadeira anedota. Primeiro, porque existem dezenas de cães por todo o lado espalhados, abandonados e à deriva. Segundo, porque quem os tem, trá-los na mesma para a praia.
Depois, há um outro pormenor. Se repararem na imagem, a placa está colocada à saída da praia e não à entrada. Ou seja, apenas quem está a sair da praia consegue ver a sinalização :)


Ainda, Santo Antão.

Santo Antão continua ao largo...

Ontem, a partir da praia da Lajinha.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Santo Antão, a partir de São Vicente

Ando a modos que fascinada com a Ilha de Santo Antão. Descrevem-ma como um paraíso na terra, até que finalmente a avisto da minha rua.
É como uma massa que parece andar à deriva por esses mares até que encalha ao largo de São Vicente.
Espero estar a ir para lá, daqui a 15 dias! :)


terça-feira, 13 de outubro de 2015

Monte Sossego

Nos últimos dias, o trabalho tem-me levado para Monte Sossego, que é um dos 32 'lugares' do Mindelo. (Imagino que estes 'lugares' correspondam àquilo que normalmente chamamos de freguesias.)
https://pt.wikipedia.org/wiki/Mindelo_(Cabo_Verde)
Conseguimos entrar num dos edifícios junto à praça que temos estado a mapear para a poder fotografar de cima, e foi com isto que dei...
Mindelo é assim, uma enorme massa que se estende ao longo de todo o vale que se encaixa de frente para a baía de Porto Grande. Uma massa gigantesca que não parece nunca tão grande quanto é... Uma malha que sempre me espanta quando a vejo de cima.


segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Já começo a sentir falta do fim de semana.

ai ai...

Soncente road trip

À saída do Mindelo. Este espaço é um campo de golf. É verdade, não tem relva!
Entre Mindelo e Calhau.
Ribeira de Calhau. Oásis a meio da planície.
Calhau. Este sítio tem dois vulcões, um de cada lado. A paisagem é bem diferente de tudo aquilo que tenho visto por cá, com formações vulcânicas escuras a entrar pelo mar dentro. 
Calhau. Um dos vulcões.
Calhau. Uma praia rochosa junto a um dos vulcões.
Entre Baía e a Praia do Norte. 
Costa Norte. Praia Grande e Praia do Norte, praticamente desertas. Caminho para Baía das Gatas.
O sítio mais lindo que vi. Praia do Norte e Praia Grande. Desertas!!

Costa Norte. Junto à Praia do Norte e Praia Grande.

Praia do Norte e Praia Grande.

Salamansa.

sábado, 10 de outubro de 2015

Sunset no Mindelo

Por cá, amanhece e anoitece bem cedo! Mas sabe tão bem quando a noite vem...



Pisa papéis e pisa toalhas

No Mindelo tenho descoberto a verdadeira utilidade dos pisa papéis. É verdade, pela primeira vez estou num sítio onde realmente utilizam este objecto.
O vento é uma constante e chega a atingir proporções quase violentas. Devo dizer que, pessoalmente, não me importa nada. Muito pelo contrário, ajuda a refrescar!
Na praia, toda a gente utiliza pedras e pedregulhos para segurar as toalhas. Chega a ser caricato. Ao contrário do que possam imaginar, na praia, também não incomoda nada. A areia como não é muito fina permanece colada ao solo e a aragem (ou ventania) que se sente é bem boa!


Sorvete de Tamarindo

10 escudos (menos de 10 cêntimos)! E tão bom!
A par do preço e do seu paladar delicioso, adoro a forma como se serve (e como se come)!
É só fazer um buraquinho com os dentes num cantinho do saco e ir bebendo o suco.
Esta delícia é vendida na praia! :)

Miradouro de Alto de Cruz

Sim, sou residente de Alto de Cruz! Esta manhã, a caminho do único contentor de lixo que conheço na cidade, dei de caras com esta panorâmica... Ao fim de duas semanas a viver aqui (e desesperada por um contentor do lixo), percebo que valeu a pena subir o resto da minha rua (que é bem íngreme!) para encontrar um espaço como este.


Fim de Semana no Mindelo!

Bom dia, mundo! Porque é fim de semana, hoje é dia de Lajinha! Esta praia magnífica!
Até já!!