Estive 10 dias em Portugal e, ao chegar, deparei-me com este espectáculo. Tenho a rua em obras; muita poeira, barulho a partir das 8h da manhã e cães, muitos cães que aproveitam o fresco da terra para se deitar.
sexta-feira, 18 de março de 2016
Minha nova rua
domingo, 13 de março de 2016
De volta a nos terra
Não vou mentir, custou de caraças.
Principalmente hoje quando acordei sozinha na cama, e numa cama que ainda não sinto como minha. Estes domingos infindáveis também não ajudam muito. Pelo menos está bom tempo.
Para não cair na tristeza que senti da última vez que voltei, obriguei-me a ir para a praia e foi o melhor que fiz. Céu limpo, pouco vento e água apetecível.
terça-feira, 1 de março de 2016
Adeus, casa d riba.
Hoje mudei de casa. Ao fim de 5 meses a viver na subida para Cruz mudei-me para a 'morada', como cá dizem. A 'morada' (lê-se mórada, com o 'o' aberto), é aquilo a que chamam de centro histórico.
Assim, a ver bem, só em Bergamo, em 2005 é que vivi num centro histórico, sendo que este nada tem a ver com a medievalidade da Europa. É um centro histórico que data do século XIX, o que é completamente diferente do que se vive no Norte.
Por outro lado, a consciência patrimonial da Europa e os cuidados paliativos constantes a que os edifícios históricos vão sofrendo, são responsáveis por um ambiente, um cenário realmente fantástico, coisa que vou sentindo falta por cá. Recordo-me que a dada altura me cansava de conhecer cidades europeias, tão históricas e, na verdade, tão iguais. Hoje sinto falta esse ambiente fantástico.
Estar na 'morada' é sabe e é d vera! Perto de tudo! Dá para vir a casa umas mil vezes ao longo do dia, o que é óptimo para quebrar a rotina. As condições não são as mesmas. Estava numa zona residencial muito pacata e tranquila e agora estou onde tudo acontece. As casas são mais velhas (lá está, centro histórico!), mais pequenas e não cheiram lá muito bem, por causa das canalizações mais envelhecidas.
Na verdade, para uma pessoa sozinha como eu, é óptimo. A casa tem áreas bem mais reduzidas e é tudo compacto, o que faz com que o espaço seja bem mais acolhedor.
E amanhã vou a casa, à verdadeira casa, ao lar. Hum, já falta pouco.
Assim, a ver bem, só em Bergamo, em 2005 é que vivi num centro histórico, sendo que este nada tem a ver com a medievalidade da Europa. É um centro histórico que data do século XIX, o que é completamente diferente do que se vive no Norte.
Por outro lado, a consciência patrimonial da Europa e os cuidados paliativos constantes a que os edifícios históricos vão sofrendo, são responsáveis por um ambiente, um cenário realmente fantástico, coisa que vou sentindo falta por cá. Recordo-me que a dada altura me cansava de conhecer cidades europeias, tão históricas e, na verdade, tão iguais. Hoje sinto falta esse ambiente fantástico.
Estar na 'morada' é sabe e é d vera! Perto de tudo! Dá para vir a casa umas mil vezes ao longo do dia, o que é óptimo para quebrar a rotina. As condições não são as mesmas. Estava numa zona residencial muito pacata e tranquila e agora estou onde tudo acontece. As casas são mais velhas (lá está, centro histórico!), mais pequenas e não cheiram lá muito bem, por causa das canalizações mais envelhecidas.
Na verdade, para uma pessoa sozinha como eu, é óptimo. A casa tem áreas bem mais reduzidas e é tudo compacto, o que faz com que o espaço seja bem mais acolhedor.
E amanhã vou a casa, à verdadeira casa, ao lar. Hum, já falta pouco.
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