A duração da viagem é breve, o que basicamente é a única coisa que me leva a pensar em voltar. É impressionante como os nossos corpos reagem de forma tão diferente quando colocados exactamente na mesma situação. Tanto na ida como no regresso, não ter vomitado, foi uma mera casualidade.
Junto a Santo Antão, a agressão do oceano atinge o seu ponto máximo. As ondas cruzam-se criando remoinhos e impondo respeito.
No dia a seguir a levar-nos até Santo Antão, o barco seguiu para o estaleiro, onde ainda está. Parece tão pequeno quando retirado da água. Um brinquedo facilmente engolido pela fúria do mar.
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| O barco Mar d'Canal (da empresa Armas) no estaleiro... Uma semana antes, levou-nos até Santo Antão. A Ilha de Santo Antão aparece ao fundo. |

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