É hoje que durmo na minha cama com o meu marido e o meu cão. É hoje que ingresso no frio e no Natal. É hoje que os últimos (quase) dois meses e meio vão fazer sentido.
É hoje que vejo o Porto, o rosto dos meus sobrinhos e o dos meus pais, não como imagem num ecrã mas como matéria que se abraça.
E há coisas curiosas. Esta noite, pela primeira vez em Soncente ouvi uma trovoada violenta como aquela de por vezes se ouve por Portugal. Choveu toda a noite.
Parece a epílogo do inverno que está aí à porta e qur não tarda a entrar.
Adeus Soncente. Adeus Cabo Verde. Adeus calor. Volto já.
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