Na tarde de ontem fui parar a una sala onde não é meu costume trabalhar. A dada altura a correcção de trabalhos foi interrompida por uma melodia maravilhosa. O som doce e suave de um trompete aproximava-se. Corri para a janela para perceber o que se passava.
Para minha surpresa era um cortejo fúnebre que reunia uma pequena multidão e que ocupava a totalidade de uma das principais ruas da cidade.
As pessoas vestiam maioritariamente de branco e seguiam em silêncio o trompetista, que por sua vez seguia o carro que transportava o corpo.
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